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quarta-feira, 22 de março de 2006

Consultas

Agora que sou bi-mamã, aproveita-se para fazer consultas "2 em 1" na pediatra, pelo que levei a Pipoca Leonor à "revisão" dos 4 anos juntamente com a Pipoquinha Sofia para a "revisão" do 1º mês (mas como é que já passou 1 mês?????).

A Pipoca grande está alta e magricelas (nada que já não soubesse!): 17,5 kg para 108 cm , enquanto que a mana mais nova está a ficar mais redonda: 3.905 g para 54 cm.

Aliás, a pequerrucha ganhou a nova alcunha de "texuguinha" pois o seu passatempo é mamar a intervalos de 2/2 horas ou pouco mais... e às vezes menos... e muito raramente 3 horas...

Agora têm andado as duas constipadas, o que é uma chatice especialmente para a pequerrucha, porque é difícil manter o nariz limpo, já gastei sei-lá-quantas-mas-foram-imensas recargas de narhinel. Enquanto for só constipação, menos mal.

quarta-feira, 15 de março de 2006

4 anos

Há 4 anos nascias.
Desde então, não paraste de me ensinar todos os dias.
Ensinaste-me a ser mais tolerante, mais paciente.
Ensinaste-me a ter uma força que nunca suspeitei.
Ensinaste-me a amar incondicionalmente, como não sabia ser possível.
Obrigada, minha princesa.

domingo, 12 de março de 2006

Como?

Como é que a Pipoca já vai fazer 4 anos esta semana?

O regresso

O regresso a casa não foi muito fácil: a Pipoquinha Sofia queria mamar a cada 2 horas (e menos...), enquanto que a Pipoca Leonor vomitava por todo o lado. Pensamos numa virose ou gastroenterite, talvez tenha sido meio isso meio reacção à chegada.
O certo é que de madrugada já pensava em voltar para o hospital e pedir para me internarem de novo!

sexta-feira, 10 de março de 2006

Não está mal pensado, não...

... o pai acha que devo mudar o nome para Mãe-Mimosa ... ;)

domingo, 5 de março de 2006

A "maldade"

Aos 2 dias apenas, a pipoquinha Sofia sofreu mais uma "maldade" - uma lavagem ao estômago :(
É que a pequerrucha, durante a operação, aspirou algum sangue e havia que limpar. Dizem que é algo comum que ocorre na cesariana devido a placenta prévia.
A pediatra levou-a e disse que depois ela já ficava com mais apetite.
O que eu não esperava é que o apetite se tornasse tanto ...

sexta-feira, 3 de março de 2006

Chegou o dia!

No dia 22 parecia que não passava o tempo, ligaram-me o soro logo de manhã bem cedo e o ctg tb. E esperei...

Depois, na hora de almoço parece que tudo se precipitou: o Pai chegou pelas 13.00, pouco falamos e logo depois já pediam para ele sair um momento para preparar e sair logo para o bloco operatório.

Só sosseguei quando vi a minha médica lá dentro, como ainda não a tinha visto nesse dia, estava algo receosa que algo sucedesse e não fosse ela a "cortar-me".
A anestesista e o resto do pessoal do bloco foram sensacionais, como demorou um bocado a anestesia, iam trazendo umas garrafas de soro aquecido para os meus pés (a fazer de botija) e punham-me lençois quentinhos. A anestesia não custa nada - como da primeira vez, o pior é aqueles minutos em que me dá um enjoo muito profundo e parece que não respiro.

Depois da anestesia funcionar foi tudo muito muito rápido. Questão de uns minutos, direi eu, embora se perca a noção do tempo. Deixaram-me espreitar para lá do "lençol" assim que a tiraram, só uns segundos mas foi maravilhoso.

Depois levaram a Sofia para a sala ao lado, onde estava o neonatologista e enfermeiras para tratarem dela. Começou logo a berrar, a plenos pulmões. Era fantástico ouvir aquele som, diziam-me que ela era linda, perfeita e estava muito bem. Depois vi-a novamente, só mais um minutinho, já estava limpa e não berrava tanto, mas fazia um chorinho sentido.
Agora dá-me vontade de chorar ao recordar aquele minuto em que a olhei, mas na altura não chorava. Só queria olhar para ela, que a deixassem ali ficar.

Quando cheguei ao quarto, estava a Sofia ao colo de um papá babadíssimo de bata verde.
E puseram-na em cima do meu peito para eu a ver e cheirar e nos conhecermos.
Apaixonamo-nos logo.

O início

Fui internada no dia 21, esse dia foi mais de seca que outra coisa.
Fizeram-me alguns exames e picadelas, consulta com anestesista, clister (tinha que ser, não?) e ia ficar a passar fome nas 24 h seguintes.
À noite já estava previsto ir fazer ctg, pelas 22.00, só por precaução disseram, também o fizeram a outras 2 raparigas que foram internadas como eu.
Por acaso fui a última (estava a ver o Benfica-Liverpool) e depois fiquei no Bloco de Partos algum tempo, porque tinha contracções muito fortes e regulares registadas no ctg. Mais umas picadelas e passei a andar de cadeira de rodas e cama-quarto de banho, para ver se esperavamos pela hora marcada ou tinha que ser operada antes.
Felizmente, lá tive uma enfermeira piedosa que me resolveu arranjar um cházinho com bolachas de madrugada, foi uma santa! É claro que de manhã foi novo clister, mas valeu porque estava mesmo a precisar daquele chá reconfortante.

E um reconhecimento público ...

... aos médicos, enfermeiras e auxiliares da Obstetrícia e Bloco de Partos do Hospital de Pedro Hispano. De uma simpatia e competência que sinceramente não esperava, incansáveis e atentos para que tudo corresse bem. E sempre de sorriso nos lábios. Obrigada.

Antes de começar

Tenho que agradecer todas as mensagens de apoio que enviaram, foram fantásticas :)
A todas, o meu Muito Obrigada!

Agora chorei...

...com o belíssimo relato que fez a minha grande amiga Kya. Tens um dom precioso, de transmitir sentimentos e emoções. Obrigada querida, por estares lá a meu lado a dar força e miminhos!
:) Boa viagem e volta depressa!